Minhas Tardes com Margueritte

10 09 2013

Minhas tardes com Margueritte

Título Original   La Tête en friche

Ano de produção 2010

Dirigido por Jean Becker

Com Gérard DepardieuGisèle CasadesusJean-François Stévenin mais

Gênero Comédia Drama

Nacionalidade França

 

Sinopse

Baseado no livro de Marie-Sabine e dirigido por Roger Jean Becker, o filme Minhas Tardes Com Margueritte conta a história de um daqueles improváveis encontros que podem mudar a vida de uma pessoa. A trama se passa em torno de Germain, um cinquentão quase analfabeto, e Margueritte (Gisèle Casadesus), uma senhora apaixonada por livros.
Quarenta anos e muitos quilos os separam, mas, por acaso, Germain (Gérard Depardieu) senta ao lado dela em um banco no parque. Ela recita versos em voz alta, dando a ele a chance de descobrir a magia dos livros, que nunca fizeram parte da vida dele.
As coisas mudam quando o homem descobre que Margueritte está perdendo a visão e, pelo carinho e afeto que foram criados da relação, ele se esforça para aprender e mostrar que ele poderá ler quando ela não puder mais.

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-170300/

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Indicação 

Ternura, leveza, amizades sinceras e comportamentos humanos. Uma bela história de amizade e amor..

O cativante Germain não só vende os legumes e verduras como cultiva tudo em sua pequena horta. Sua relação com a namorada é de extrema delicadeza e, a partir de seu contato com Margueritte, percebemos como ele é sensível, amoroso e fraterno. É ele que cuida da mãe, que continua ranzinza até morrer. É ele que, nos momentos de necessidade, consola e dá guarida aos amigos. O brutamontes na verdade é um homem gentil e solidário.
Esse diamante quem dilapidou foi Margueritte, com a palavra, com a literatura. A palavra trouxe aquele menininho acuado para a realidade, de um mundo obscuro e introspectivo para a luz e o amor. Germain se esforça para aprender e ler para aquela que passou a ser sua verdadeira mãe, Margueritte.

O filme mostra, de forma delicada e sensível, que é possível ir além de nossas limitações, mesmo a partir de experiências infelizes, de falta de expressão de amor, carinho e apreciação. Que podemos, sempre, fazer novas escolhas pelo amor, pela amizade, pela generosidade e pela fé na VIDA

Por Giselle Soares Oliveira – Regional Goiás.

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